quinta-feira, 30 de julho de 2009

SAWABONA

SAWABONA!
é um cumprimento africano que significa: "EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, TU ÉS IMPORTANTE PRÁ MIM".

Em resposta as pessoas dizem: SHIKOBA ("Então eu existo prá ti")

domingo, 26 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

eu acho que meu coração está com vírus!

Por favor
Deixe e
m paz meu coração
Que ele
é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota dágua

NÃO DEIXE ACABAR!


Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:


· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais.....

Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site: www.dominiopublico.gov.br

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura..

Divulgue para o máximo de pessoas!

(Enviado por: Ricardo Baty)

terça-feira, 21 de julho de 2009

A FEIRA DA PRAIA GRANDE


Por um período de mais de cento e sessenta anos depois da fundação de São Luís, a Praia Grande permaneceu um grande pântano fétido, sulcado de muitos olhos d'água e invadido pelas marés duas vezes por dia. O local era então terrivelmente insalubre: cheio de lama, entremeado por longos trechos de mato enfezado, mangue e extensos juçarais. Por ser um baixio acentuado, para lá convergiam as águas servidas da Rua do Giz e da Rua da Estrela. Durante as chuvas, verdadeiras cascatas se formavam, descendo em grossas correntes das ladeiras que ficavam próximas. Ainda assim, servia de porto para a cidade, que naquela época, diga-se de passagem, se comunicava com o mundo exclusivamente pelo mar. Os navios de grande porte ficavam ancorados ao largo, na enseada formada pelos rios Anil e Bacanga, mas as mercadorias e os passageiros que chegavam tinham de desembarcar ali - enquanto as damas eram, via de regra, carregadas em banquinhos até a segurança da terra firme, mais de um cavalheiro sujou as botas naquele lodaçal sem fim. As canoas e os barcos pequenos, por seu turno, simplesmente embicavam na direção da terra, tentando chegar o mais longe possível, só que invariavelmente precisavam descarregar nas costas dos escravos o que quer que trouxessem como mercadoria - um trabalho sujo, pesado e feito sob terríveis condições de risco. Muitos escravos se feriam seriamente ou morriam esmagados debaixo dos fardos que carregavam, vítimas de um mau passo dado no terreno escorregadio. Outros pereciam afogados na lama. Quem primeiro se preocupou em mudar esse quadro desolador foi D. Antonio Sales de Noronha, capitão-general do Maranhão entre 1779 e 1784, mas, apesar de toda boa vontade, a única resolução administrativa que ele pôde efetivamente tomar foi a de enviar a Portugal uma planta onde estavam detalhadas as obras de aterro pretendidas para a Praia Grande. Muito parcimoniosa nos investimentos feitos em suas colônias, Lisboa quis saber se não havia interessados em arcar com os custos da construção daquele Terreiro Público, como passou a ser denominado, onde seria possível estocar e vender à população da cidade toda sorte de gêneros demandados. Aparentemente a resposta dada a essa pergunta foi não, o que implicava dizer que todo o ônus da empreitada ficaria mesmo por conta da Fazenda Real. Não é de se estranhar, portanto, que a ordem autorizando a realização do serviço levasse dezoito anos para ser dada, sendo ainda necessários outros seis para que ele finalmente saísse do papel. Corria já o ano de 1805 quando foram concluídos os aterros do pântano e construído o cais. A área compreendida por esses dois espaços foi então destinada pelo governador do Estado, D. Antonio Saldanha da Gama (1804-1806), aos comerciantes da cidade para aí construírem casas, armarem suas barracas e venderem suas mercadorias. Tudo, porém, de maneira ordenada, visando a formação de uma praça regular. E a tal praça regular foi mesmo formada, passando a ser conhecida como Barracão, Celeiro Público ou Casa das Tulhas. Virou órgão público em 1820 e logo se tornou palco de fulgurantes escândalos financeiros - tantos que a Câmara da Cidade, a bem da moral pública e da correção administrativa, resolveu o problema matando o mal pela raiz: extingui-a em 1833, logo quando uma das principais ruas adjacentes à Casa das Tulhas, a do Trapiche, era calçada de pedras. No lugar da antiga Casa das Tulhas foi erguido, alguns anos mais tarde, um grande edifício retangular, com jardim interno, chafariz e quatro grandes portões, onde foram construídas diversas lojas comerciais pela Companhia Confiança Maranhense. É esse o edifício que atualmente se denomina Feira da Praia Grande, e que ainda ostenta sobre o frontão de sua entrada principal as armas do Império do Brasil. A existência desse grande centro de negócios, onde se importava e exportava todo tipo de mercadorias, fez crescer em torno de si um conjunto de imponentes sobrados. Prósperos negociantes se instalaram no local, revestiram as fachadas de suas residências de belos azulejos, e como eram quase todos portugueses de origem, ou descendentes diretos desses, fizeram da Praia Grande uma pequena Lisboa dos trópicos.


Foto> CAOCA
Fonte: http://www.patrimonioslz.com.br/pagina27.htm

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quinta-feira, 9 de julho de 2009

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Se é prá te ver sorrir eu sou capaz de até chorar

O SABOR DOS HOMENS


ATUALMENTE TEMOS MULHER MELANCIA, MULHER JACA, MULHER MORANGUINHO E TANTOS OUTROS ADJETIVOS DESAGRADÁVEIS A CLASSE FEMININA... DIANTE DESTA NOVA MODA, SEGUEM ALGUMAS DEFINIÇÕES DO QUE DIRÍAMOS ASSIM: REPRESENTASSEM AS IGUARIAS MASCULINAS:

HOMEM Camarão : só tem merda na cabeça, mas é gostoso e você come assim mesmo.
HOMEM Caranguejo: é feio e peludo, mas você bate nele, limpa direitinho e come.
HOMEM Pão : tem sempre o mesmo gosto, mas você come todo dia.
HOMEM Aperitivo : acompanhado de uma bebida você come e ainda acha bom.
HOMEM Maracujá : é todo enrugado, você come e depois sente vontade de dormir...
HOMEM Lagosta : só come quem tem dinheiro.
HOMEM Caviar : você sabe que alguém está comendo, mas não é ninguém que você conheça.
HOMEM Bacalhau : você só come uma vez por ano.
HOMEM Maionese de Fim de Festa : todo mundo te avisa pra não comer, mas você come porque está desesperada; arrepende-se e depois passa mal.
HOMEM Rã : todo mundo já comeu, menos você.
HOMEM Salada : é bonito, mas quando você come descobre que não é tão gostoso assim.
HOMEM Marmita : não é lá essa coisa, mas você come rapidinho.
HOMEM Cafezinho de Supermercado : você nem faz questão, mas como é de graça, você come.
HOMEM Jiló : é horrível, mas você conhece alguém que come.
HOMEM Docinho de Festa : você fica com vergonha de chegar junto, então vem outra, come e deixa você chupando dedo..
HOMEM Cogumelo Venenoso : comeu, ta fudido.
HOMEM Feijoada : você come e ele fica te enchendo o dia todinho.
HOMEM Coqueiro : pode trepar que não tem galho.
HOMEM Miojo : em um minuto ta pronto pra comer.
HOMEM Coca 2 litros : dá pra seis
HOMEM pé de chuchu: Você é obrigado a comer senão a vizinha vai lá e come.
HOMEM BIS : você come, repete e nem se lembra das calorias!!!!!

Fonte: http://www.piadasonline.com.br/MostraPiadas.asp?O-SABOR-DOS-HOMENS

quarta-feira, 1 de julho de 2009

"até para o ano se nõs vivos "fôr"

Arraial da Maria Aragão (Foto by CAOCA)
Brincante - Boi de Zabunba - Capela de São Pedro (Foto by CAOCA)

"ATÉ PARA O ANO SE NÓS VIVOS "FÔR"



Capela de São Pedro (foto by CAOCA)